Obituário

Maria Elisa Costa será velada na tarde desta quinta-feira (27/8) no RJ

Filha de Lucio Costa, Maria Elisa dedicou sua vida à preservação de Brasília e foi fundamental para o reconhecimento da capital como Patrimônio Cultural da Humanidade

 Brasil. Brasilia - DF. Pauta: Dona Maria Elisa Costa, presidente do IPHAN e tambem filha do arquiteto Lucio Costa em visita ao Conic. Brasilia, 20/11/2003. Foto: Daniel Alves/CB. Neg. 083315. Ed. Cidades. Dona Maria Elisa Costa, presidente do IPHAN (Instituto do Patrimonio Historico e Artistico Nacional) e tambem filha do arquiteto Lucio Costa em visita ao Conic.
       -  (crédito:  Daniel Alves/CB/D.A Press)
Brasil. Brasilia - DF. Pauta: Dona Maria Elisa Costa, presidente do IPHAN e tambem filha do arquiteto Lucio Costa em visita ao Conic. Brasilia, 20/11/2003. Foto: Daniel Alves/CB. Neg. 083315. Ed. Cidades. Dona Maria Elisa Costa, presidente do IPHAN (Instituto do Patrimonio Historico e Artistico Nacional) e tambem filha do arquiteto Lucio Costa em visita ao Conic. - (crédito: Daniel Alves/CB/D.A Press)

Familiares e amigos de Maria Elisa Costa irão se reunir no Cemitério São João Batista, no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro (RJ) para o velório da matriarca, e filha de Lúcio Costa, nesta quinta-feira (27/8). Apesar do legado de peso em Brasília, os parentes optaram por velar Maria Elisa em sua cidade natal, às 14h30. A arquiteta e urbanista faleceu na última terça-feira (25/8) e deixou a filha, Julieta, assim como as netas Clara, Júlia e Sofia. De acordo com a jovem, a mãe faleceu ao seu lado, de mãos dadas.

Acompanhando de perto o projeto criado por Lucio Costa para a nova capital brasileira, Maria Elisa formou-se em arquitetura em 1958, pela Faculdade Nacional de Arquitetura da Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Devido à sua forte ligação com Brasília, Maria Elisa dedicou sua vida à preservação do patrimônio, reforçando ainda mais a sua atuação em defesa da preservação da concepção original da capital após a morte do pai.

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Ainda de acordo com a família, Maria Elisa será cremada, de forma que não haverá o enterro da pioneira após o velório na capital fluminense. 

Em vida, a arquiteta ainda atuou no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), assim como trabalhou ao lado do governador José Aparecido de Oliveira, investindo no processo que elevou Brasília ao título de Patrimônio Cultural da Humanidade, em 1987.

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postado em 27/08/2026 09:48
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